sábado, 26 de novembro de 2016

Como pesquisar no Google?

Oie! Beleza?

Comigo está tudo bem. Muito trabalho, muito estudo, muitos sorrisos.

Tempo é dinheiro? Não, exatamente. Para mim, tempo é vida.

Gosto de pesquisar ferramentas de otimização e aproveitamento do tempo. Disso vocês já sabem... então, trouxe mais uma novidade. J

Hoje gostaria de compartilhar com vocês algumas descobertas que fiz nos últimos tempos sobre maneiras de otimizar a pesquisa no Google. Para mim ajuda bastante, espero que ajude você também. Fiz um mix de conteúdo dos livros “60 estratégias práticas para ganhar mais tempo”, do Christian Barbosa  e um pouco de observações pessoais. Vamos lá!

Segundo Barbosa (2013, p.74) o “Google é, disparado, o melhor e mais usado sistema de busca do mundo. Ele pode ajudar você a encontrar tudo o que precisar. Porém, em um mar de informações, achar aquele peixe que você está procurando pode ser uma tarefa muito difícil”.

Minha amiga Elisa Saad diz que se não tem no Google, não deve existir, rs. (SAAD, 2002) S2

Barbosa então dá umas dicas que considero que mereçam tatuagem no coração. São boas mesmo.

1-      Observe ao digitar uma frase na caixa de escrita do Google se você está indicando tendência. Escrever “Antibióticos fazem mal à saúde” oferecerá resultados que só indicarão a confirmação da afirmativa. Segundo Barbosa, se você escrever “Beber água faz mal à saúde”, ficará impressionado com os argumentos que a ferramenta indicará. Eu tentei. É verdade, gente;

2-      Use as aspas caso você queira especificar termos exatos. Se você pesquisar “sociologia da educação”, encontrará somente assuntos que passem nos dois filtros de pesquisa. Se escrever sociologia da educação, sem as aspas, surgirão nos resultados artigos que tratam isoladamente de sociologia e outros que tratam de educação;


3-      Se você estiver procurando apresentações do tipo PowerPoint, na pesquisa você pode colocar: “dicas de escrita”filetype:ppt. Especificando a extensão do arquivo, o Google filtra os resultados. Isso me salva quando quero ideias para aulas e palestras;

4-      Se quiser procurar algo específico de um site e nele não houver opção de caixa de busca, você pode lançar no Google: “declaração de isento” site:http://www.receita.fazenda.gov.br/  Uso todo ano!


5-      Para trabalhos escolares, artigos científicos, trabalhos de conclusão de curso (TCC) e pesquisas, em vez de usar o Google padrão, use o Google Acadêmico ( http://scholar.google.com/);

6-      Se você estiver procurando um arquivo salvo em PDF, siga a mesma orientação do tópico 3: “dicas de escrita”filetype:pdf. Eu uso esse formato quando procuro artigos de revistas científicas que geralmente são postadas com este formato;

Aguardem, nas próximas postagens vou falar outras dicas de uso otimizado do Google e outras ferramentas que você pode se beneficiar, especialmente na organização da Vida Acadêmica. Estou fazendo o editorial do próximo ano no blog e as postagens vão, além das habituais dicas de escrita e de estudos, englobar um pouco mais a organização do trabalho acadêmico e reflexões sobre os movimentos de criação na escrita. Espero que fique bem legal.

Com amor,

hasta la victoria siempre,
Ju.


domingo, 20 de novembro de 2016

Dicas de como ler mais e melhor

Oi, amigxs. Tudo bem?
Hoje vamos conversar um pouco sobre metas de leitura para 2017.

Sou uma pessoa que gosta de sistematizar e desde 2015 tenho metas anuais de leitura. Entre 2004 e 2006 tive metas de filmes no cinema, mas essa vida, com filho pequeno, não me pertence mais.  É, né...
Enfim, em 2015 eu não estava apostando muito em mim e defini 20 livros como meta de leitura, sem contar com os livros técnicos que deveria ler para o grupo de pesquisa, escrita de artigos ou questões do meu trabalho. Bati essa meta fácil.
Em 2016 fui mais doida e defini 50 livros para o ano. Bati mais mole ainda, derrubei a marca no início de setembro. Estamos agora em novembro e já estou com 62 livros lidos.

Muita gente me pergunta como eu consigo, então decidi dividir com vocês.

1-      Leio sempre, toda hora. As janelas de tempo são incontáveis durante o dia. Chego cedo no trabalho, leio. Estou aguardando no médico, leio. Meu filho está brincando sozinho super compenetrado, \o/ \o/ eu leio!
2-      Tenho sempre um livro na bolsa. Um dos critérios para compra de bolsa é caber um livro de tamanho regular;
3-      Sou fã do Google Livros, um aplicativo que você pode comprar livros e pagar no seu cartão e eles ficam online para você acessar em qualquer dispositivo. Eu leio no celular, raramente no tablet. Eu amo. Tenho até um teto de gastos para não me descontrolar;
4-      Eu sempre ouço audiobooks. No Youtube você tem um acervo grande de clássicos e livros modernos para serem ouvidos gratuitamente. Já ouvi clássicos da administração e da ciência política e vale a pena;
5-      Fiz amizade com o cara da livraria que mais frequento. Ele captou meu gosto e sempre me oferece coisas legais. Super economia de tempo e uma boa conversa de quebra;
6-      Exterminei meu tempo de TV, mas amo Netflix. Não, não é a mesma coisa. Nem vem...
7-      Fiz um curso de leitura dinâmica quando criança (!)  Sim, nem tenho como explicar isso. Mas não leio as palavras isoladamente, leio em grupos de quatro ou cinco palavras. Eu consigo fazer isso pelo treino. Quando nunca ouvi falar no assunto sou mais lenta. Mas eu não oralizo quando leio visualmente. Isso significa que eu não fico mentalmente lendo, nem mesmo numa leiturinha rápida. Eu não oralizo. Apenas vejo os grupos de quatro em quatro e sigo as sequências;

7.1- Algo que ajuda muito e eu já falei aqui no blog é cronometrar seu tempo de leitura numa página inteira. Só de você ter essa intenção, seu cérebro irá tentar alcançar novos ritmos de velocidade. Se você acha que não vale a pena, ao menos terá uma estimativa de tempo para a leitura de algum material. Isso serve muito para calcular o tempo que precisa para deixar as leituras em dia!
8- Eu planejo o que vou ler antes do próximo mês de iniciar. Isso me dá um parâmetro sobre o que quero descobrir naquele mês e qual será a sequência de livros. Tenho tempo de pesquisar os preços e comprar os livros online ou físicos; Faço isso como um Mapa Mental;
9-      Sou professora, meu contracheque tá sempre na bolsa. Vai que dão desconto para mim...Eu tento, sempre;
10-    Meu teto de gastos é de R$70,00 reais mensais e por isso concentro meus livros nos formatos online porque são mais baratos. Não gosto de livros muito antigos de sebos porque sou alérgica. E tento adotar o minimalismo, então procuro ter poucas coisas para não entulhar minha vida, nem com livros.

Para 2017, declaro uma meta de 50 livros novamente. Vai que, né?!
    Ah, uma coisa que me perguntam é se eu abandono livros...ô...claro. Se são chatos, adeus. Direito dos leitores.

E você? Já pensou em ler mais em 2017?

É isso. Saudades de vocês.
Com carinho,

Ju.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

E hoje é dia de apresentação de trabalho na Jornada Acadêmica do IFRJ!


Mapa mental e slides prontíssimos!

domingo, 3 de julho de 2016

Como eliminar a procrastinação?

Uma querida me encomendou a postagem sobre procrastinação.

Rafaela trabalha com equipes e entende bem que nós mesmos nos boicotamos e é desse ponto que quero partir.

Procrastinar é uma palavra que cada vez mais tem sido difundida em nosso vocabulário. Lembro-me a primeira vez que a ouvi. Foi o Caduh, um culto, super professor de História e mágico que trabalhava comigo. Isso deve ter uns 7 anos. Sou muito ligada a nomes e palavras diferentes, por isso me lembro. Não se assuste, rs.

Então, o Caduh me explicou de forma simples: procrastinar é deixar para depois o que você pode fazer agora.

Vários estudiosos da gestão do tempo e da psicologia positiva apontam para o grande problema da procrastinação.

Para mim, o cerne dessa questão é não se levar a sério. Um exemplo: minha mãe brigou comigo porque ela que paga minhas contas sempre (eu dou o dinheiro, tá!?) e quem paga as contas do meu companheiro sou eu. Ela estava chateada, com razão.  E aí que ficou ruim para o meu lado. Ela parou de levar as contas para o banco. E Eu? Não paguei. E as contas do Gustavo? Todas pagas em dia. É bebé, foi aí que eu saquei minha tendência e ser mais comprometida com os outros do que comigo mesma!

Quem tem esse probleminha, levanta a mão!

Percebi que o lance da procrastinação na Vida Acadêmica e na Vida Real é tudo mais ou menos a mesma coisa. O trabalho acadêmico tem prazos estranhos, às vezes curtos, às vezes longo, mas no final, as pessoas geralmente terminam de escrever em “cima do laço” e não com um espaço que te permita a dignidade daquele olhar de tranquilidade e organização (raro, né!?)

Minhas dicas para desenrolar sua vida e evitar a procrastinação:

1- Leve-se a SÉRIO, VOCÊ É IMPORTANTE!!! SEUS PRAZOS SÃO IMPORTANTES.

2- Defina com clareza o que é importante e o que é urgente. Insira as coisas importantes na sua rotina. Não deixe para o último dia, você merece viver! Úlceras, insônia, enxaqueca e estresse, em alguns casos, podem ser MUITO evitadas com uma vida mais calma.

3- Escreva uma lista de “Coisas muito importantes” para serem resolvidas na semana. As coisas mais difíceis primeiro.

3.1- Se algo for complexo, desdobre em ações menores. Exemplo: estou escrevendo um curso, isso não vai ficar pronto em um dia (Que pena né?). Então eu recorto partes menores. Pesquisa de figuras, fonte, escrita de textos... Um pouquinho cada semana. Separo 2 horas semanais para esse projeto que é importante para mim.

4- Prepare-se um dia antes. Vai para a academia e sempre tem preguiça? Separe a roupa no dia anterior e coloque na bolsa (Leia isso mil vezes, Juliana); Amanhã tem que levar um livro? Arruma na bolsa hoje à noite. Enfim, entendeu, né!?

5- Faça um programinha de recompensas. Se conseguir resolver algo, dê-se uma coisa legal de presente. Eu tinha uma lista gigante de coisas que eu procrastinei (MUITO) na minha vida. A pior? Difícil... Levei 8 anos para pegar o diploma de formatura da licenciatura, fiquei 10 anos para encerrar a conta em um banco (sacou meu nível?), Levei um ano para a entregar a versão final da minha dissertação na biblioteca...Acho que tá bom, né!? 

Eu sou uma procrastinadora em recuperação, se eu consegui, você pode também! Caso você seja assim, claro. Caso não, parabéns mesmo!

A dica blaster para mim, que eu aprendi a duras penas é...

Não troque a recompensa de resolver algo que vai desenvolver sua vida por uma recompensa imediata e sem sentido. “Não vou porque to vendo um programa legal na TV”, “Vou amanhã porque vou dormir mais um pouco”, “Mês que vem resolvo isso”.

Isso não faz bem, nos atrapalha e não nos permite seguirmos o fluxo da vida.
Faça um cronograma, se leve a sério.

Com amor,
Ju.

PS: Esse quadro é bem bacana. Está em inglês. As frases são curtas. Se você não domina o idioma, vale a pena traduzir no google translate mesmo.



segunda-feira, 27 de junho de 2016

Artigo sobre nosso blog!

Oi, galera. Tudo bem?

Tenho uma super notícia! Escrevi um artigo sobre o blog sob o título: “INTERAÇÃO E LINGUAGEM NA CONSTITUIÇÃO DE UM BLOG DE ESCRITA ACADÊMICA”, para uma Jornada Acadêmica do IFRJ. Como é um evento mais aberto, com possibilidade de trabalhos mais curiosos e por ter um eixo que se assemelhava ao que eu estava procurando há um tempinho, inscrevi. E, adivinha? Aceitaram!

Estou super feliz! Já falei que este blog é importante para mim e escrever nele e sobre ele tem sido um prazer. Receber mensagens que dizem o quanto o blog tem ajudado, me faz muito realizada.

Obrigada por fazerem parte disso.

Obrigada mesmo, viu!?

Com amor,
Ju.

PS: Vou disponibilizar em breve o artigo na íntegra para quem quiser ler.


quinta-feira, 23 de junho de 2016

Como fazer anotações úteis- parte 2

Oie. Tudo belezinha?

Eu vou bem e cada vez melhor!

Bem, continuando nosso último assunto, vamos conversar um pouco mais sobre anotações úteis. Amei cada comentário de apoio. Minha mais sincera gratidão.

Resolvi então pesquisar um pouco sobre minha técnica mais amada de anotações: O Mapa Mental, ou Mind Map. Essa técnica foi patenteada há mais de 35 anos pelo psicólogo Tony Buzan, um cara que fala muito sobre produtividade em diferentes campos.

Poucos sabem, mas fiz um curso aos 11 anos (sim, aos 11, eu queria balé, mas minha mãe...) de leitura dinâmica, com base nas técnicas desse cara. Ele então é um velho conhecido meu. Como foi fazer esse curso? Aha, imagina, beibe, você com 11 e o restante de sua turma com 40. Noooooossa, foi muito maneiro. Ou melhor, como diz meu filho, foi muito maluco. Odiei, mas até que eu leio rápido.

O Mapa mental faz parte da metodologia de trabalho do Buzan. Ele dá dicas legais para a utilização prática de armazenamento e recuperação de informações e busca trabalhar em sinergia com o cérebro. Isso significa que, quanto mais você usar seus níveis de conhecimento, mais eles aumentarão. (BUZAN, 2009)

O objetivo do Mind Map é ser um modo SIMPLES de transmitir informações, a partir de palavras-chave. Essas palavras-chave:

1- Ativam o tipo certo de lembrança;
2- É prática, portanto não é muito descritiva, abstrata nem geral;
3- Traz à mente uma imagem específica;
4- Satisfaz a pessoa;
5- Tem capacidade de resumir informações.

Para mim, Mind Map é a melhor técnica para usar em resumos de livros, artigos e outras informações escritas. Como falei no último post, para informações orais prefiro a metodologia de Cornell, como já justifiquei. Lê lá!

Uso Mind Map também para planejar minha semana e meu mês. Eu acesso mais rapidamente as informações quando elas estão em algum sistema de esquema estruturado. Lista, Mapa Mental e iconografias funcionam muito bem para mim.

Sim, eu desenho. Igual minha cara, claro. Nos livros que leio (já foram 33 em 2016. Acho que vai ser a primeira vez que vou bater a meta de 50 em um ano. Oremos) tem várias carinhas desenhadas. Se a maioria é carinha feliz? Claro que “daum”. Eu sou uma acadêmica, confusão é meu sobrenome.

Voltando ao assunto, para resumos de livros, tenho um caderno e uso uma página para cada mapa de livro. Assim, tenho tudo arquivado e acesso rápido quando preciso. E mais importante NÃO PERCO. O importante nesse registro é não escrever muito, se você usar frases curtas e abreviaturas, vai estimular seus centros de memória a completar a informação e, consequentemente, se lembrar do que precisa.

Rafaela, amiga dos tempos de escola e diretora de Mercado de Beleza, você pode adaptar essa metodologia para registro de procedimentos, técnicas, produtos, marketing e o trabalho com seus grupos (Juro que tô trabalhando no tema que você me encomendou J).

Os Mind Maps de planejamento do mês ou semana eu sempre escrevo em um caderninho que sempre anda comigo. Nele aponto gastos, escrevo lembretes, orçamento, listas de coisas que tenho que fazer, meu bullet journal, essas coisas que são chatinhas, mas dão um super UP na sua produtividade e clareza na sua vida.

Estou fazendo uns Mind Maps no Prezi, que estou gostando muito. Depois eu mostro, são posicionalmente favoráveis às recordações das informações, uma vez que o esquema espacial, possível no programa, é uma forma virtual dos caminhos que nossos sistemas de armazenamento natural se estruturam. Uma coisa dentro da outra, e uma terceira na sequência, enfim... um esquema que te favorece, sem dúvidas.

É isso por hoje, querid@s.

Minha professora de inglês maravilhosa perguntou por que eu tinha um blog, se dava trabalho, o porquê de ser sobre escrita acadêmica... essas coisas. E tenho pensado muito sobre isso. Mas não há dúvida que para mim, é um instrumento de divulgação científica. Democratização acadêmica mesmo. As panelinhas existem? Claro. Eu mesmo faço parte de várias (Meu sincericídio é óteeemo). Mas que os espaços sejam cada vez mais abertos e acessíveis a todos. Que não seja tão difícil pra você quanto foi para mim.
Com amor,

Ju
Livro-referência desse texto

terça-feira, 14 de junho de 2016

Como fazer anotações úteis

Oi, amig@s!
Tudo bem? Eu tô bem e cada vez melhor! E viva as afirmações positivas para animar a semana!

Semana passada, como de costume, fui ao grupo de pesquisa do outro lado do mundo, perdendo 5 horas da minha vida no trânsito e, dessas, 2 foram dentro de túneis...maravilha, né!? Mas tive umas ideias bem razoáveis para dividir aqui com você.

Nossa discussão era, entre outras coisas, sobre leitura e análise de gráficos PAH! Sabe o que é um gráfico PAH? Não? Ahahaha, é aquele que quando você olha, você olha de novo, e de novo e pensa PAH! Só pode ser uma pegadinha, “num intendi nada, manhê”. Então, era desses que estávamos falando.

E eu - nerd que sou - anotando desesperadamente tudo. Uma colega ao lado ficou colando minhas anotações e fazendo perguntas. Eu percebi que fazer anotações não é uma coisa tão simples e que os sistemas de classificação e organização diferem muito de pessoa pra pessoa.

Durante uns vinte anos (tá, uns trinta) meu sistema de organização era múltiplo e variado          (ainda bem que minha mãe não me lê!). Guardava livros escolares embaixo da cama e só os desarquivava depois de levar uma anotação na agenda por não leva-los há um mês, perdia meus diplomas dentro de casa, dessas coisas legais que a gente quer se matar quando precisa. Um belo dia, tive que tirar a segunda via do meu título de eleitor, que na verdade era quarta via. E nesse belo dia “decidi mudar”.

Os meus passos são lentos, mas dão certo. 

Há alguns meses ( quase isso, uns 4 dias) estou testando um novo método de anotações. Chama-se Método Cornell (Gente, tô com um orgulho de mim, escrevendo essas coisas sérias... J) Pois bem, esse método foi desenvolvido pelo professor Walter Pauk, em 1950, na Universidade de Cornell (e eu quebrando a cabeça desde os três anos para saber o que vai cair na prova). Esse método de organização da escrita tem eficácia comprovada no acesso à memória curta (É pra glorificar de pé!).  Ele é eficiente para o registro de reuniões, aulas, palestras, fichamentos e coisas do gênero.

Vou botar uma fotinho pra vocês verem do que estou falando:






Existem vários modelos, mas esse é o esquema-base. O esqueleto do registro é separar uma folha em duas colunas e uma caixa abaixo. Na coluna da esquerda, anotamos os tópicos os temas, na direita, anotações, dúvidas, comentários e frases-síntese. Na caixa de texto abaixo, um breve resumo.

Eu prefiro especificamente o método Cornell para registro de exposições orais porque não sabemos com segurança qual será o próximo passo. Nesse caso, meu amor- maravilhoso- fofinho do mapa mental, deixa a desejar. Vai que eu puxo um tópico que não era tópico, que era apenas um comentário que fugiu do tema? Oremos e analisemos pessoal. Fica a dica!

Queria fazer uma série de postagens sobre como fazer anotações produtivas. O que acham? Muito chatão? Quem sabe um dia eu escrevo sobre moda, #sqn. É o que tem pra hoje.

Espero que você goste.

Com amor,

Ju.