Queridxs,
Na semana passada eu publiquei o artigo "Identificando o Essencial nos Estudos" na revista Master of Simplicity, que modéstia passando longe, ficou bem legal!
A revista em sua segunda edição é paga e os valores não são em reais. Masssssss, Fátima Teixeira, a criadora da revista, sabendo de nossa situação bem brasileira, nos presenteou com 6 cupons de desconto para acesso! PARA TUDO!
Um cupom é para acesso gratuito e os outros cinco para 50% de desconto, onde no total a revista sai por cerca de 5 reais. Assim melhorou, neah, gente!? Então, corre!
Você pode deixar um comentário ou se tiver alguma dificuldade pode me mandar um email (julianaprata.prof@gmail.com) ou me mandar um zap 21 986563125. O sorteio vai rolar amanhã, dia 07/03/2017, as 20h no blog, no face, na rua, na chuva...vai ser legal!
Gratidão por tudo, queridxs,
Com amor,
Ju.
segunda-feira, 6 de março de 2017
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Vida Acadêmica e Viagens: entrevista com Vinicius Monção
Oie, amigxs.
Hoje no blog temos a
honra de receber nosso primeiro convidado para uma entrevista. E que convidado, minha gente! Vinicius Monção é um homem profundo e
em constante construção. Ele é professor universitário, fotógrafo, doutorando
em Educação, viajante experiente, mas, mais do que a preocupação com rótulos,
sua vida se baseia em viver bem. Vinicius concilia estudos, trabalho,
casa, família, fotografias, artes, viagens e tudo mais. Ele fala nesta
entrevista sobre o equilíbrio na vida, sua vida acadêmica, suas viagens como
projetos de formação pessoal e muito mais. Ah, ele também fala como se
estabelece sua metodologia de estudos e dá muitas dicas.
Vinicius, muito
obrigada pela oportunidade de nos conceder essa entrevista. Gente, pensa num
cara discreto? Pois é, é ele. E quem quiser conhecer mais do trabalho
fotográfico do Vinicius Monção pode conferir em www.viniciusmoncao.com
Sua Vida Acadêmica: Você tem uma rotina de estudos?
Fale um pouco sobre ela.
Vinicius Monção:
A palavra "rotina" me assusta um pouco. Não gosto de estruturas fixas
que possuem poder de aprisionamento e por isso sigo meu próprio caminho de
trabalho. Eu optei por trabalhar com mapeamento e cronograma de tarefas, assim
consigo sempre visualizar o que tenho que fazer e qual meu tempo hábil para a
produção. Se tenho que entregar um texto para dois meses a frente, estabeleço,
em um papel, o que preciso fazer e monto um cronograma. Não deixo nada para o
último dia. O que puder fazer para terminar antes eu faço. Isso permite
agilidade no processo e me garante tempos livres para o ócio e para fazer
outras coisas que a priori não
haveria tempo. A partir desse cronograma produzo a partir do meu estado de
espírito e conciliando as tarefas do dia a dia. Quem vê de fora diz que eu não
tenho rotina de estudo, o que é verdade. Eu não tenho rotina, tenho uma
metodologia de trabalho que consegui construir e está pautada no meu modo de
vida.
SVA: Viagens são uma de suas paixões e
você não deixou de viajar nesse período do doutorado. Como foram/ são as
estratégias para equilibrar trabalho-estudos-paixão?
VM: Não
deixei e espero nunca precisar deixar. Nossa sociedade é formada por oposições.
Trabalho e lazer. Amor e ódio. Alegria e tristeza. etc... Nós crescemos nessa
binaridade e nunca a questionamos (pelo menos a maioria da população). Eu penso
da seguinte forma. Tudo que faço é uma opção minha. Se é opção minha elas não podem ser opositoras e sim
complementares. Se são complementares cada uma deve coexistir sem sufocar a
outra. Encontrar o equilíbrio entre as tarefas é a chave da felicidade e do uso
mais prazeroso da vida e do tempo que dispomos. As forças complementares são
mais fáceis de gerir que as forças opositoras.
A partir dessa
perspectiva eu monto um cronograma de trabalho de forma que eu possa me dedicar
as tarefas do doutorado ou do trabalho no momento em que elas são necessárias.
Assim produzo e durmo o tempo necessário ao meu descanso. Vou à praia. Vou ao
cinema e faço tudo o que tenho vontade e necessidade. Antes de mais nada, vale
apontar que não sou hedonista. Só acredito que viver bem significar conseguir
equilibrar as demandas da vida.
SVA: Como são para você as experiências
que adquirimos nas viagens?
VM:
Considero o ato de viajar é o momento de se encontrar e se conhecer, antes de
mais nada. É no caminho que consigo me perceber no mundo. É no trajeto, fora da
segurança de casa e do amor dos que são próximos a mim que consigo perceber
minhas fraquezas e pontos fortes. Sempre viajo com algum propósito pessoal e
nunca encontro respostas. Ao contrário. Minhas perguntas são respondidas com
outras perguntas. A última que fiz foi com minha mãe. Fizemos uma peregrinação.
Nessa viagem me encontrei com o tempo. Vi o tempo passar. Vi minha mãe mais
velha e eu também. Me vi em um outro momento da nossa relação e isso foi lindo.
Entendo que as viagens,
para mim, são momentos de formação individual. Elas fazem parte do meu projeto de formação intelectual e humana.
Elas me proporcionam emoções, aprendizagem e referências que nenhum livro ou curso
me permitiria. Ainda sobre essa última viagem (comento novamente sobre ela pois
é a mais fresca na memória), quando eu entrei na Igreja do Santo Sepulcro, em
Jerusalém, o que mais me comoveu foi a capacidade humana em interpretar e criar
rituais. Ali, no meio de tantos cristãos, percebi que o ramo do catolicismo que
sigo é uma poeira frente ao mundo de possibilidades de experimentar o
cristianismo que existe no mundo.
Viajar é muito mais que
turismo (embora seja a principal associação que muitos fazem). Gosto tanto de
viajar que estabeleci essa temática para minha pesquisa de doutorado. Só para
matar a curiosidade, investigo a formação profissional de uma professora
brasileira do século XIX-XX, Maria Guilhermina Loureiro de Andrade, a partir do
ponto central que foi uma viagem que ele faz a cidade de Nova York entre os
anos de 1883 e 1887. Na pesquisa eu viajo na viagem dela, rs. Se quiser saber
sobre minha pesquisa clique no link:
https://www.academia.edu/27255560/Viajar_para_aprender._Maria_Guilhermina_Loureiro_de_Andrade_e_sua_viagem_%C3%A0_cidade_de_Nova_York_1883-1887_
SVA:
Você tem outros hobbies? Quais?
VM:
Sim. A fotografia que é uma relação de amor e ódio. Aprendi a fotografar na
marra em razão de um trabalho que tive certa vez e daí em diante não parei. Gosto
de fotografas arquitetura. O traçado arquitetônico das cidades me encanta. Minha
questão com a fotografia é a mesma coisa da primeira pergunta. Quando me
percebo muito envolvido com ela, quando começo a ver como uma obrigação ou ela
cai na rotina, eu me afasto. Ela sai do equilíbrio e para reencontrá-lo é
necessário dar-me tempo. Nesse momento estamos de bem. Construí até um sítio,
se quiser ver minhas fotos é só clicar aqui: www.viniciusmoncao.com
SVA: Como tem sido seu processo de
composição do texto da tese?
VM:
Escrever não é uma tarefa fácil. Pelo contrário! Acho muito difícil escrever
textos acadêmicos principalmente por eu não ter tido uma boa formação da língua
escrita no período escolar. No entanto eu sei que escrever é técnica e prática.
Quando mais escrevemos mais possível a coisa
fica. A escrita da tese passou pelo momento da "crise do quadro
branco". Aquela que você fica sentado na frente do computador com o editor
de texto aberto e não consegue encontrar o "como" ou "por onde
começar". Quando encontra o texto caminha. Segue seu fluxo. Atualmente
estou no meio da tese e confesso que estou muito feliz com o resultado que
alcancei. Aprendi a escrever e vejo o quando consegui aperfeiçoar durante minha
jornada acadêmica. Fiquei feliz pois a persistência e os tombos de fato são
importantes para o processo de formação individual. Ah, uma dica. Forçar a
escrita não é um bom artifício para escrever. Se você se sentir bloqueado não
se force. O texto vai começar truncado e vai ser um parto terminá-lo. Busque
outras leituras. Selecione algum material que possa te ajudar e que se
relacione com o assunto como imagens, músicas, vídeos... qualquer coisa. A
melhor forma de se inspirar é buscar elementos em lugares que não são comuns
para você. É assim que faço e dá certo.
SVA: Qual a importância da relação da
relação com o orientador na pós-graduação?
VM:
Para mim é primordial! Uma relação ruim com o orientador é um passo para o
sofrimento e não sucesso do processo. Felizmente eu consegui encontrar uma
pessoa muito próxima, acessível e humana para me orientar. Tanto que no final
do mestrado a consultei se ela teria interesse em me orientar no doutorado.
Esse foi o principal fator que me fez continuar no grupo de pesquisa que faço
parte a fazer doutorado em outra instituição. O investimento na relação humana
demanda tempo e disponibilidade dos sujeitos.
SVA: Quais são os desafios de
trabalhar e cursar o doutorado?
VM:
Conciliar trabalho e estudo nunca é fácil e essa equação se torna mais difícil
em uma pós graduação. Penso que no mestrado o processo é mais agressivo que o
doutorado em razão da duração dos cursos (2 anos e 4 anos). No doutorado,
felizmente, gozo de um estilo de vida que consegui construir. Sou bolsista
CAPES, sou docente no ensino superior (no momento substituto/temporário pois no
Brasil não se pode ter carteira assinada e ser bolsista). Atualmente o mais
difícil é pensar no término do curso. A situação política e econômica me
assusta diariamente já que campo de trabalho, também (!!!) para quem tem título
de doutor, está cada vez mais depauperado, escasso e desvalorizado. Mas sobre
isso não vale me deter atenção. Para cada tempo as suas angústias.
SVA: Em uma frase, como você resumiria
sua vida acadêmica?
VM:
Faça o que te traga satisfação e nunca se violente.
Bem, é isso, gente. Bom
demais, não?
Espero que tenham
gostado.
Sua Vida Acadêmica
cumprindo as promessas de ano novo!!
Com amor e muita gratidão ao Vinicius e a você leitor,
Ju.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
Princípio 80/20
Você
já ouviu falar do princípio 80/20? Princípio de Pareto? Lei do menor esforço?
Então, todos são sinônimos. Estudei Pareto na faculdade, e tenho uma amiga que
simplesmente o ama. Sim, é a Elisa, sempre citada neste blog. Mas nos meus
estudos de Ciência Política não tinha nada disso de menor esforço não, muito
pelo contrário.
Esse
princípio é uma releitura da observação que Vilfredo Pareto fez sobre
determinados acúmulos que percebia nos meios sociais e o exemplo mais
exponencial disso é cerca de 80% das riquezas se concentrarem nas mãos de 20%
da população. A partir daí, muita gente da administração, gestão da
produtividade e afins aplicaram a outras realidades.
O
princípio cerne que vamos trabalhar aqui é que 80% dos seus melhores resultados
provêm apenas de 20% do seu esforço. Isso é sério. Leia de novo.
Isso
significa que não aproveitamos o que temos de melhor, significa perdermos o que
vai nos trazer melhor impacto em direção as nossas metas pessoais e
profissionais.
O
recado de hoje aqui no Sua Vida Acadêmica é: descubra o que você faz acima da
média e invista nisso.
O
livro Descubra seus Pontos Fortes trata desse assunto com excelência. Sua
abordagem trata de investir dinheiro, tempo e foco no que você faz de melhor, e
levar no nível “mínimo aceitável” coisas que você não é tão bom. Quando li
fiquei tão impactada com a mensagem que tive que compartilhar com minhas amigas
Aliria, Amanda e Raquel. Espero que tenha sido útil, meninas.
Segundo
a pegada do livro, vivemos numa sociedade que tenta expugar nossos pecados por
meio de tentar ser bom no que somos ruins e isso é uma grande perda de tempo.
Descobri
com esses livros que sou boa em falar e escrever e por isso cancelei algumas
coisas que iria fazer em 2016 e 2017. Dou preferência agora a cursos, livros, palestras
que falam sobre falar em público e escrita acadêmica. Somos capazes de tudo, mas não de tudo ao
mesmo tempo. Temos que selecionar. E escolher é saber também dizer não.
Corta
para o pensamento 20/80. Pensar que 20% das suas ações são responsáveis por 80%
dos seus resultados é pesado. O pensamento da sequência é, como posso melhorar
meus 20%, porque, sim, se você dobrar seus 20% de ações muito muito boas, você
impactará não mais 80%, nem mesmo 100%, mas 160%. Logo, dobrando os seus
resultados.
Ao
longo dos meses, depois de conhecer esse princípio percebi alguns novos hábitos
que aumentavam minhas melhores ações, meus 20%. Como a única coisa que tenho e
posso trazer são minhas experiências pessoais, vamos lá:
-
Ler livros em inglês
-
Ler livros sobre finanças
-
Escrever artigos sobre os cursos de extensão que tenho trabalhado
-
Viajar alguns finais de semana para repor as energias
-
Encontrar minhas amigas com mais regularidade (Tô devendo, migas suas locas)
-
Passar tempo com meus avós, que são octogenários.
-
Fazer meditação e afirmações positivas
-
Estudar sobre sonhos lúcidos (Gente, cruz credo, é muito legal)
-
E curtir minha família.
Essas
atividades tem causado um impacto importante e acho legal se você relativizar e
tentar pensar nas atividades que podem melhorar seus resultados. Com
simplicidade. Sem muitos floreios.
Eu acho que o
que importa é sempre ter em mente a pergunta “o que importa para mim?” Pensando
nisso, a resposta fica clara e seu planejamento de vida, carreira e estudos
pode ser mais simples e com foco.
E
você, o que importa para você?
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
SEIRI: sobre o senso de utilização na vida acadêmica
Oi amigxs!
Tudo bem com vcs?
Tirar o inútil da sua
mesa de trabalho não significa que aquele objeto terá como destino imediato a
lixeira. Não. Significa que no momento do processo criativo, em nosso caso,
comumente a escrita, aquele objeto não tem uma utilidade emergencial e,
portanto, não precisa ficar em cima da mesa, pode ir para o armário, por
exemplo. Sua mesa não precisa ser bagunçada. Eu juro. A primeira mesa linda que
vi e disse “quero ser assim” foi de uma amiga, Mirela. Sempre chique e
organizada. Tenha você também uma Mirela para se espelhar! Bj, Mi.
Acho a mesa de trabalho
muito importante para o desenvolvimento de qualquer ação e naturalmente sua
organização. Vejo umas mesas de colegas que me dá até medo. Aquele papo que “eu
me entendo na minha bagunça” é verdadeiro, sim, eu mesma vivi isso muito tempo.
Mas, galera, ter cada coisa em seu lugar não tem comparação. E ter poucas
coisas então... ah, eu amo o minimalismo. Já contei aqui minha saga com meus
títulos eleitorais e as carteirinhas de plano de saúde... Não quero mais isso
para mim.
Os princípios do SEIRI
são:
1-
Definir qual atividade importante eu
devo fazer;
2-
Identificar o tipo de arrumação de
acordo com a utilidade imediata dos objetos;
3-
Evitar sempre o desnecessário e o
desperdício;
A atividade do SEIRI
pode ser aplicada no seu computador também. Caso você tenha espaço, não precisa
deletar nada, mas organizar é fundamental. Eu defino a quantidade de pastas nos
“meus documentos”, de acordo com o número de projetos que estou envolvida.
Exemplificando: Acadêmico- Trabalho e Pessoal. E dentro de cada item, eu
desdobro os projetos que estou envolvida. Na pasta Acadêmico, por exemplo,
tenho as pastas Congressos, Artigos, Resumos, Rascunhos e Publicações.
Dessa forma, eu me
ajudo quando vou salvar um email que a minha orientadora me mande, por exemplo.
Vou salvá-lo sempre buscando um padrão para facilitar meu arquivamento e minha
futura procura. Geralmente fica assim: Academico.Resumos.Alas2017
Se o documento que
estou escrevendo é para o blog, eu salvo: Academico.Publicações.Blog.SEIRI
Desse jeito eu me acho
bem fácil.
Caso você esteja
mexendo em um artigo, recomendo salvar com a data na frente, assim você evita
os nomes ARTIGO.FINAL; ARTIGO FINAL. FINALÍSSIMO ou até o
AGORA.ACABOU.MESMO.O.ARTIGO. Eu nem ligo mais, mas isso é vergonhoso, tá!?
Deixa bonitinho:
27.01.2017.Academico.Congresso.Alas2017. No futuro você vai ver que vale a
pena.
Ah, uma coisa legal de
falar também é para não jogar fora as maluquices que a gente escreve e não
gosta depois. Eu tenho uma pasta de rascunhos que sempre me salvam para dar o
pontapé inicial em um novo processo de escrita.
Essa aplicação do SEIRI
facilita a localização de informações e objetos, otimiza seu espaço, aumenta
sua produtividade, organiza mais e você aproveita mais seu tempo e recursos.
Espero que seja útil
para você.
Com amor,
Ju.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Como escrever todos os dias
Eu escrevo todos os dias, há
muitos anos. Essa rotina me ajuda muito a escrever cada vez mais e com mais
clareza. Escrevo meu diário da gratidão, postagens para blogs, artigos
acadêmicos, de opinião, projetos, relatórios, apontamentos para orientandos,
escrevo ainda meu diário de bordo no trabalho, e-mails e meu planejamento de
vida e de trabalho, claro que não tudo ao mesmo tempo. Eu sou uma pessoa
normal. Tenho até família. É que eu AMO
ler e escrever. Na verdade, acho que é o que eu realmente aprendi nessa vida.
\o/
Um beijo pra Tia Sônia que me
alfabetizou! 💓💓
O estabelecimento de uma rotina de
escrita faz com que outros hábitos sejam beneficiados indiretamente e você
acabe compondo uma sequência de atividades que te ajudam. Por exemplo, sempre
ao ligar o computador eu faço meu chá. É uma rotina correlata que me ajuda
muito a pensar e me hidratar enquanto estou produzindo. Lembrando que rotina
não tem a ver com a hora, mas com a sequência de coisas que você faz.
A rotina da escrita diária me
ajuda a escrever mais rápido e a ter mais objetividade e simplicidade no
tratamento da informação e na operação com conceitos. Geralmente começo a
atividade de escrita com um Mapa Mental que me guia na execução de uma tarefa,
depois me desconecto da internet e faço um download da mente. Eu tento...rs.
Existe um mito sobre a escrita
que é a ilusão que um texto nasce pronto, praticamente ”parido”. Bem, não é bem
assim... não é assim mesmo. A atividade da revisão e da edição é tão importante
quanto a composição do texto. Talvez até mais. Vocês não imaginam o quanto
releio, reviso e leio para o Gustavo, meu marido e editor (ou quase).
Se você quiser escrever também
todos os dias, seguem minhas dicas:
1- Escreva
rápido, revise e edite bem
d-e-v-a-g-a-r-r-r-r-r-r-r
2- Escreva
sempre no mesmo lugar, ajuda a engrenar a mente.
3- Escreva
num lugar organizado e sem distrações.
4- Off-line,
claro, né non!?
5- A
atividade de escrita começa na noite anterior, deixa tudo arrumadinho que dá
mais ânimo.
6- Esteja
motivado, entenda as razões pelas quais é importante para você escrever.
7- Planeje
sua escrita, faço um mapa mental do que quero abordar e o sigo com amor.
8- Planeje
sua escrita anual. Eu uso um pipeline,
tipo um calendário que marco quando os projetos vão pegar fogo e evito assim
agendar duas grandes atividades de escrita para o mesmo mês, por exemplo.
9- Se
hidrate.
10- Caminhe.
11- Tenha
regularidade. Especialistas afirmam que são necessários 21 dias para a formação
de um novo hábito. Tenta. Você vai ter bons resultados, caso goste de escrever,
claro.
12- Converse
com alguém sobre suas metas de escrita. Eu participei de um desafio há uns anos
de um site inglês, mas infelizmente eles encerraram as atividades. O lance era
escrever 500 palavras por dia (mais ou menos uma página). Era bem legal. Se
tiver animado, a gente lança um por aqui! Hehehe.
Esse texto foi inspirado no meu
guru Leo Babauta, do blog Zen Habits. Ele narrou sua atividade diária de
escrita no artigo How To Write Every Day e me apaixonei. Se quiser ler a rotina
dele, confere lá! Dá um Google.
Com amor, 💕💕💕💕💕😎
Ju.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Minimalismo, simplicidade e bem estar
Oi, gente.
Tudo bem?
Eu tive acesso na semana passada a uma revista digital sobre MINIMALISMO, maravilhosa e grátis em sua primeira edição.
Vale muito a pena ler.
Vou colocar o link aqui e espero que gostem como eu me apaixonei.
Master of Simplicity Magazine é uma revista eletrônica em português idealizada pela Fátima Teixeira, uma portuguesa super simpática que dissemina princípios do AMOR e do BEM.
https://www.joomag.com/en/newsstand/master-of-simplicity-magazine-amostra-1-janeiro-2017/0090359001481983304?ref=ib
Com amor,
Ju.
Tudo bem?
Eu tive acesso na semana passada a uma revista digital sobre MINIMALISMO, maravilhosa e grátis em sua primeira edição.
Vale muito a pena ler.
Vou colocar o link aqui e espero que gostem como eu me apaixonei.
Master of Simplicity Magazine é uma revista eletrônica em português idealizada pela Fátima Teixeira, uma portuguesa super simpática que dissemina princípios do AMOR e do BEM.
https://www.joomag.com/en/newsstand/master-of-simplicity-magazine-amostra-1-janeiro-2017/0090359001481983304?ref=ib
Com amor,
Ju.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Elevando seu nível acadêmico
Oie!
Tudo bem? Preparado para 2017? É... tá...vamos lá!
Então... alguns eventos em nossas
vidas nos fazem mudar de fase, em uns a
gente se ferra, em outros, somos promovidos dentro de nós mesmos. Casar,
divorciar, nascimento, morte, mudança, doença, cura, são eventos que podem nos
transformar muito. Eventos acadêmicos também, por incrível que pareça.
Esse ano vivi três experiências
que me elevaram. A primeira foi meu retorno
ao grupo de pesquisa. Estudar em grupo é realmente outra coisa. Se você
ainda não tem um grupo para chamar de seu, procure e lute por seu espaço.
Estudar sozinho é legal, mas elevação mesmo você tem em grupo. Convites,
seminários, trocas, isso nos faz crescer, produzir mais e melhor e, especialmente,
nos dar uma identidade acadêmica. Se você pretende fazer um mestrado ou
doutorado, conhecer seu possível orientador no dia da entrevista não é um bom
plano. Mande um email, seja simpático, participe do grupo de pesquisa, leia os
textos e relaxa porque você tá no caminho certo, vai por mim. Sabe que eu só
boto na boa, neah?!
A segunda experiência ocorreu em
outubro, o mês que elejo o mais “acadêmico do meu ano”. Fiz uma palestra na Marinha do Brasil sobre
estratégias e desenvolvimento de carreira acadêmica. Uma palestra para uma
plateia grande, num seminário anual de ensino.
Gente, isso me sugou para um
nível acima do qual eu estava acostumada. Nunca pensei em estar num espaço do
tipo, mas aquele protocolo e organização nada menos que impecável, me transformou.
Eu entrei uma pessoa e sai outra. E a
palavra que não saiu da minha cabeça, embora não tenha sequer sido pronunciada
foi EXCELÊNCIA. Isso definiu outros rumos e prioridades para mim. Então, minha
dica para 2017 é: esteja em lugares
de excelência que o façam refletir sobre quem você é e como pode ser e fazer
melhor. Lacrou, Marinha. Xonei mesmo.
A terceira experiência foi TOP.
Minha parceira de trabalho de 2015 me chamou em maio para ser parte de sua banca de pós-graduação na UFRJ. Jesus...
que dia lindo foi aquele? Li o artigo 550.000 vezes, colei todos os post-its
que eu tinha e fiz várias anotações e um super mapa mental. Vesti minha saia de
baronesa de Mambucaba (Um dia eu conto essa história) e lá fui eu... para a
universidade que estudei! Queria ter levado a minha avó pra me ver! Minha
primeira banca de pós!!! Com 32 anos!!! Obrigada, Jesus. Um beijo pra minha
mãe, pro meu pai e pra vc, Xuxa!!!
Precisa dizer que eu estava mais
nervosa que a vítima? Não, né!? Eu estava até suando frio. Uma banca com mais
três super mega doutores e eu, a humilde meritiense. Pensei até numa parada
tipo “A classe operária chega ao paraíso”. E fiz as coisas direitinho! êêÊ.
Nada de passar vergonha, meu povo.
Meu recado para você é coloque-se
em situações de excelência e elas vão te ajudar no exercício infinito de se
reinventar e ressignificar sua vida.
Bom 2017.
Luz e força.
Com amor,
Ju.
😉

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