terça-feira, 14 de junho de 2016

Como fazer anotações úteis

Oi, amig@s!
Tudo bem? Eu tô bem e cada vez melhor! E viva as afirmações positivas para animar a semana!

Semana passada, como de costume, fui ao grupo de pesquisa do outro lado do mundo, perdendo 5 horas da minha vida no trânsito e, dessas, 2 foram dentro de túneis...maravilha, né!? Mas tive umas ideias bem razoáveis para dividir aqui com você.

Nossa discussão era, entre outras coisas, sobre leitura e análise de gráficos PAH! Sabe o que é um gráfico PAH? Não? Ahahaha, é aquele que quando você olha, você olha de novo, e de novo e pensa PAH! Só pode ser uma pegadinha, “num intendi nada, manhê”. Então, era desses que estávamos falando.

E eu - nerd que sou - anotando desesperadamente tudo. Uma colega ao lado ficou colando minhas anotações e fazendo perguntas. Eu percebi que fazer anotações não é uma coisa tão simples e que os sistemas de classificação e organização diferem muito de pessoa pra pessoa.

Durante uns vinte anos (tá, uns trinta) meu sistema de organização era múltiplo e variado          (ainda bem que minha mãe não me lê!). Guardava livros escolares embaixo da cama e só os desarquivava depois de levar uma anotação na agenda por não leva-los há um mês, perdia meus diplomas dentro de casa, dessas coisas legais que a gente quer se matar quando precisa. Um belo dia, tive que tirar a segunda via do meu título de eleitor, que na verdade era quarta via. E nesse belo dia “decidi mudar”.

Os meus passos são lentos, mas dão certo. 

Há alguns meses ( quase isso, uns 4 dias) estou testando um novo método de anotações. Chama-se Método Cornell (Gente, tô com um orgulho de mim, escrevendo essas coisas sérias... J) Pois bem, esse método foi desenvolvido pelo professor Walter Pauk, em 1950, na Universidade de Cornell (e eu quebrando a cabeça desde os três anos para saber o que vai cair na prova). Esse método de organização da escrita tem eficácia comprovada no acesso à memória curta (É pra glorificar de pé!).  Ele é eficiente para o registro de reuniões, aulas, palestras, fichamentos e coisas do gênero.

Vou botar uma fotinho pra vocês verem do que estou falando:






Existem vários modelos, mas esse é o esquema-base. O esqueleto do registro é separar uma folha em duas colunas e uma caixa abaixo. Na coluna da esquerda, anotamos os tópicos os temas, na direita, anotações, dúvidas, comentários e frases-síntese. Na caixa de texto abaixo, um breve resumo.

Eu prefiro especificamente o método Cornell para registro de exposições orais porque não sabemos com segurança qual será o próximo passo. Nesse caso, meu amor- maravilhoso- fofinho do mapa mental, deixa a desejar. Vai que eu puxo um tópico que não era tópico, que era apenas um comentário que fugiu do tema? Oremos e analisemos pessoal. Fica a dica!

Queria fazer uma série de postagens sobre como fazer anotações produtivas. O que acham? Muito chatão? Quem sabe um dia eu escrevo sobre moda, #sqn. É o que tem pra hoje.

Espero que você goste.

Com amor,

Ju.

8 comentários:

  1. Genteeeee muito bom isso Ju. Quando li o post no face pensei..."É para mim"...me perco nas minhas anotações, depois nem eu sei pra quê serviam...beijos. Arrasou.

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  2. Preciso muito!!! E ficarei aguardando mais conteúdo sobre anotações produtivas. Promessa é dívida hehe

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    1. Oi, Amanda. Pode deixar. Tenho uma novidade bem legal para o próximo post.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Preciso muito!!! E aguardarei mais conteúdo sobre anotações produtivas. Promessa é dívida hehe

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