domingo, 22 de abril de 2018

Parte II- Dez dicas que eu gostaria de ter lido antes do mestrado


Tempo de leitura: 1'48"

Continuando o post anterior...

Na postagem anterior, escrevi cinco dicas que eu gostaria de ter sabido antes ou até durante o mestrado mesmo. Mas clareza é um termo que é construído com o tempo. Geralmente é quando olhamos para trás que conseguimos ver os pontos se ligando. Continuando aquela conversa, seguem as cinco dicas que faltaram:


6- Leia sobre como escrever.

Isso me ajudou muito na vida pós-mestrado. Sim, poderia ter sido durante, mas a rotina excruciante de trabalho que eu tinha na época não me permitiu fazer nada melhor do que fui capaz de fazer.
Ler sobre como escrever me deu noção que existem técnicas e que a escrita não precisa ser aquele exercício quase infinito de escrever e apagar e escrever e chorar... Por exemplo, os Mapas Mentais, que depois acabei batizando de Mapas Mentais Acadêmicos, funcionam como planejadores de ideias e seções. Ajudam muito. Tem muita coisa aqui no blog sobre isso.


7- Peça feedbacks.

Eu sou inteiramente vigostkiana quando se trata de desenvolvimento das aprendizagens, até com adultos. Muita gente fala da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) como uma articulação entre sujeitos da aprendizagem no que tange a trocas e intervenções produtivas nos processos de construção do aprender. A zona de desenvolvimento proximal situa-se entre a zona de desenvolvimento real e a zona de desenvolvimento potencial proporcionando o avanço de uma situação inferior para outra de maior conhecimento. (REGO, 1995).
Eu tive oportunidade de fazer mestrado com uma amiga de muitos anos e uma trabalhou com a outra, embora eu falasse de Sociologia da Educação e ela falasse de Educação em Direitos Humanos. Assim, uma apoiou a outra sendo leitora de controle dos trabalhos e fazendo inferências, sempre que fosse possível.
Leitor de controle é o nome da pessoa que você implora para ler seus trabalhos e dar uma “corrigida” de leve. O seu orientador provavelmente não irá fazer isso. Então, a gente se vira como dá.  Essa dica eu usei e fez muita diferença na qualidade da minha produção acadêmica.
Ah, claro, se você pediu para alguém ser seu leitor de controle, se ofereça para ser o (a) dele (a) também. Bom senso! Ninguém tem tempo hoje em dia.


8- Apresente trabalhos.

Apresentar trabalhos acadêmicos em congressos e afins é muito importante. Disso todo mundo sabe. Mas, que tal apresentar aquele trabalho de final de disciplina? Sim, ele já está pronto e sim, ele é inédito. Além de alimentar seu currículo, você tem oportunidade de troca. Ouvir o que estão produzindo e que é correlato ao seu tema e falar também.
Na escuta atenta, conseguimos concatenar ideias sobre os próximos passos da nossa dissertação. Não despreze esses momentos, são relevantes à sua formação. Sobre a fala, ao longo desses anos tratando sobre dicas de escrita, vejo que o texto acadêmico nasce mesmo do que estamos falando. A organização do discurso é, dessa forma, estruturante para pensar onde se está e aonde se quer chegar. Helen Sword, uma pesquisadora dos processos de produção acadêmica fala das conversas acadêmicas como oportunidades de reelaboração da narrativa e geração de novas ideias.
E quando alguém te perguntar sobre a dissertação, encare como uma oportunidade de conversa e geração de novos links sobre seu tema. Nossa tendência não é essa, eu sei. Eu ficava irritada e achava que a pessoa estava de ironia comigo. Se identificou? Abafa.


                                                                                     Fonte: Google


9- Valorize seu exame de qualificação.

Vejo muita gente desesperada com o exame de qualificação. São dúvidas diversas. Desde quantas páginas devem ter até qual lanche levar para a banca (!). O essencial para mim é ver esse momento como um divisor de águas. Você escreve uma abordagem inacabada da estrutura da sua dissertação contendo, preferencialmente, os autores com quem vai trabalhar, os conceitos fundantes, algumas operações conceituais, a metodologia que escolheu e os apontamentos para a pesquisa, que pode até estar concluída, mas que ainda precisa balizar os tópicos descritivos e interpretativos.
A banca, nesse caso, vai ler sua produção e te dar sugestões e orientações específicas para seu texto final. Essa banca, geralmente no Brasil é composta de 3 professores doutores e é mantida para sua defesa. O exame de qualificação, em geral, é feito um ano após sua aprovação, mas ainda não é sua defesa. É um momento intermediário, onde alguém além do seu orientador vai falar sobre a sua proposta de trabalho.
Depois de feito o texto e remetido para a banca, acontece seu exame. Em alguns programas de pós-graduação, esse momento é aberto. Minha dica é não convidar ninguém. No máximo seu grupo de pesquisa. Não convide parentes ou amigos que não conhecem os rituais acadêmicos. A família não ajuda nesse momento.
Seria bom gravar em áudio, se a banca permitir, as falas dos professores para você enriquecer seu trabalho. Outra dica valiosa, que eu gostaria de saber durante o mestrado é tirar uma foto da ata do exame de qualificação (com permissão, claro). Na ata, seu orientador descreve os principais apontamentos da banca para seu texto de defesa de mestrado. Quais objetivos e ideias para desenvolvimento da pesquisa, por exemplo. Muitas vezes a ata vai servir de norteador da banca para as intervenções no dia da defesa.


10- Você pode escrever a dissertação!

É um grande projeto fazer mestrado ou doutorado. Muita gente já fez isso antes de você e muitos mais (assim eu espero) farão depois. Você pode fazer isso. Muitas vezes o desânimo e até patologias mais graves podem nos atingir, tomando como porta de entrada a sensação de ser impostor ou de não ser capaz de executar esse projeto. Muitas manhãs eu relutava em ir à aula ou a pesquisa achando que não conseguiria escrever, especialmente porque descobri uma gravidez com 16 meses de curso de mestrado. Fiz o exame de qualificação com 25 semanas de gestação e defendi no dia que meu filho fez 5 meses. Duvidei da minha capacidade de concluir essa tarefa e digo para você: você pode! Confia. Peça ajuda, negocie, planeje-se, tire uma folga, volte a escrever, diga sins, diga nãos, comemore pequenas conquistas, equilibre-se.
A vida acadêmica deve ser sustentável, com método, paixão e, sobretudo, equilíbrio. Escrever está muito mais para maratona do que para corrida de 100 metros. Respira e vai!

Com amor,
Ju.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Dez dicas que eu gostaria de ter lido antes do mestrado


[Tempo de leitura: 1' 35''*]

Mestrado. Não o subestime. Mesmo.
É com essa animação que eu começo falando sobre umas dicas que eu pagaria para tê-las no início do meu mestrado. Fiz mestrado em Educação, Cultura e Comunicação de 2011 a 2013, uma experiência muito relevante para tudo que veio depois na minha vida.

Mas sim, se eu dominasse mais algumas ferramentas de controle de tempo, dissesse mais nãos e trabalhasse menos, a experiência teria doído bem menos, tenho certeza.

Aí vão dez dicas que organizei pensando em você, que está começando o mestrado e está levemente perdido.


1-      Negocie.
Você não vai precisar de tempo apenas para cursar as disciplinas, que são por volta de 7 no mestrado. Para cada aula, há uma carga de leitura importante que deve ser contada quando você se organiza para uma experiência acadêmica desse porte. Eu trabalhava MUITO na época. Cerca de 55 horas semanais. E sim, os finais de semana foram sacrificados, mas ter clareza dos seus objetivos é fundamental para manter a motivação. Então, negocie com sua família, amigos, chefe e até colegas de trabalho. Esses serão os primeiros a falar: “Cadê a Juliana? Mas gente, esse povo estuda e some...” Enfim, se eu der mais detalhes, começarei a escrever nomes...hehehe. Deixa pra lá. Entendeu, né? Negocie. Veja também se em seu trabalho há algum benefício para quem esteja fazendo mestrado ou doutorado, licenças, redução de carga ou troca de horários podem ser esplêndidas nesses momentos.

2-      Defina prazos desde o início.
Quando a gente passa na seleção, acha que deve se preocupar nesse momento apenas com as disciplinas e os trabalhos. Não. Mestrado é autonomia, formação de pesquisador. Portanto, tenha clareza de seu projeto e com vai executá-lo no curto prazo de 24 meses. Defina prazos, use listas, mapas mentais, aplicativos e tudo o que puder te ajudar. Eu trabalho com listas semanais e vou marcando os objetivos que já consegui conquistar. (Ex. Ler o artigo tal, escrever o resumo para o pôster do congresso tal, e aí vai...)

3-      Escreva, se possível, todos os seus trabalhos, relatórios, apontamentos, fichamentos e pesquisas em um computador apenas.
São muitos os problemas que podem surgir quando usamos dois ou até mais computadores. Mas o problema central é se você usa o Word. As versões são alteradas quando abertas em outros computadores e sempre se desconfiguram. Tirando esse fato, a padronização dos arquivos pode ficar comprometida e, obviamente, a recuperação de dados quando você mais precisa. Se poupe.

4-      Se não sentir confiança, troque de orientador.
Politicamente entendo o quanto isso pode ser difícil, mas o mestrado é tão curto que vale uma pequena indisposição como essa. Meu critério de seleção de orientador é acessibilidade, confiança e pensar junto o meu projeto. Às vezes, os experts, os doutores incríveis, não compartilham e ajudam nesse processo. O que é um paradoxo, eu sei, eles são os melhores.  Mas considere mais as relações do que a qualidade técnica. Fica a dica de quem já viu muita coisa nas relações de pessoas com seus orientadores.

5-      Leia trabalhos de orientandos do seu orientador e do seu grupo de pesquisa.
Uma das primeiras atividades do mestrado é a leitura de uma dissertação concluída que de alguma forma se aproxime do seu tema. Recomendo que você faça isso com seu coração. É um exercício importante. Mais que isso, recomendo que você leia ao menos duas dissertações relacionadas ao seu tema por mês, no primeiro ano de mestrado. Vamos dizer que tenha conseguido ler umas 10 dissertações. Seu repertório vocabular, sua clareza e familiaridade com o texto acadêmico serão muito aprofundadas. Isso deu muito certo comigo.

Bem, o texto já está grande e eu continuo no próximo post.

Se quiser adquirir meu livro, segue o link (Tem formato e-book e livro físico)


Gratidão.
Com amor,
Ju.

 * Quem é meu aluno sabe que faço leitura dinâmica desde os 11 anos. Deixo claro que é outra pessoa que lê para eu fazer as estimativas de tempo...rs Só pra esclarecer!

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Meu livro!!!

Oi, gente!
É com muita alegria que eu apresento meu primeiro livro!!!
"Sua Vida Acadêmica: escreva mais e melhor" é uma compilação de artigos, dicas e métodos para alavancar sua escrita!

Tenho exemplares físicos disponíveis para compra. O livro também estará disponível nas livrarias Saraiva (física e site), Cia do livro, Amazon e Mercado livre.

Divulgarei aqui e nas Redes os locais de lançamento e links de compra.

Na Amazon:

https://www.amazon.com.br/dp/8551808230/ref=cm_sw_r_fa_dp_U_ZaTWAbDKGX1WB

Na Cia. do livro

https://www.ciadoslivros.com.br/livros-tecnicos/sua-vida-academica-escreva-mais-e-melhor-1081563-p698447

Na Saraiva (Encomenda)
https://www.saraiva.com.br/sua-vida-academica-escreva-mais-e-melhor-10085614.html?sku=10085614&force_redirect=1

Gratidão!
Com amor, muito amor,
Ju.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Como escrever uma TESE impactante?

Tempo de leitura: 1'02"

Muita gente me pergunta como pode escrever melhor. Eu trabalho com o blog há três anos nesse exercício de aperfeiçoamento da arte da escrita, em especial da escrita acadêmica. Para ajudar a galera, reuni quatro dicas que vão fazer diferença na sua escrita.


1- Leia teses (dissertações, monografias ou artigos) do seu tema de pesquisa.

A leitura vai aumentar seu repertório vocabular e de argumentos a serem trabalhados quando se escreve. A leitura vai ajudar a organizar um estilo comum dos autores da sua área e iluminar os principais pontos conceituais estruturantes, pois quanto mais você lê esse tipo de leitura técnica, mais vai aguçar sua criticidade e modelo mental favorável à sua produção.

2- Estude teses do seu tema ou tema aproximado.

Não basta ler, estude. Faça uma lista de conceitos interessantes, liste as palavras que expressam o que você gostaria de transmitir com seu texto, estude a metodologia, faça anotações, Mapas Mentais, listas, perguntas ao texto, destaque objetivos e compare se os mesmos foram atingidos, leia as conclusões e compare com a introdução para verificar se estão bem interconectadas, enfim...Estude!

3- Estude técnicas de escrita.

Eu ofereço uma oficina com 20 técnicas de escrita acadêmica, organização e produtividade, mas não são apenas essas que existem! Procure uma bibliografia indicativa, leia sobre como se escreve mais e melhor. E se quiser estudar comigo, deixa uma mensagem nos comentários. :) 

4- Estude as teses premiadas.

Essa dica é de ouro! Se você quer criar um modelo mental para escrever uma tese impactante, por que não ler uma tese de alta performance? No site da CAPES, você encontra o as teses premiadas por ano e por segmento de conhecimento. www.capes.gov.br/premiocapesdetese



Essa tese premiada, por exemplo, virou até livro! Ela foi escrita pela Professora Mônica Peregrino, minha eterna orientadora.

É isso por hoje!

Com amor, 
Ju.

Mapas Mentais Acadêmicos- objetivos macro e micro





Mapas Mentais são vida e isso não é novidade aqui!

Utilizo essa forma de diagramação para organizar, planejar e gerar ideias. Essa ferramenta vem sendo desenvolvida desde a década de 80, a partir das pesquisas de Tony Buzan sobre pensamento radial, ideias de ordenação e uso de todo o cérebro na combinação de palavras, cores, desenhos e símbolos.

Trabalho com Mapas Mentais (ou Mapas Conceituais, como preferir) em diferentes frentes: organização do meu mês, semana, perguntas numa consulta médica, perguntas aos terapeutas do meu filho, organização da casa e, claro, organização acadêmica.

Do ponto de vista acadêmico, me concentro em dois pontos: planejar o que quero fazer numa perspectiva macro e micro.

Na macro, penso em objetivos maiores - Nos próximos três anos, quais passos gostaria de dar na minha vida acadêmica?- Com essa pergunta em mente, elejo possíveis cursos, congressos, artigos, grupo de estudos e pesquisas e parcerias. 

A partir daí, faço uma programação reversa. Pensar o que precisa ser feito em dois anos, um ano, seis meses, três meses, um mês, em uma semana e hoje, me dá grande clareza sobre as etapas que gostaria de percorrer para alcançar esse(s) objetivo(s) de três anos. No coach isso é chamado de Road Map.

Num viés micro, penso nos artigos que gostaria de trabalhar nos próximos doze meses. O trabalho intelectual é solitário. Estabelecer metas é uma forma interessante de se automotivar.
Ainda no micro, apontar os temas de cada artigo e organizar as ideias de cada um é uma ferramenta importante na minha produtividade acadêmica.

Para isso, escrevo o tema principal no centro de uma folha de papel e vou relacionando, com palavras apenas, outros conceitos que se relacionam com o tema gerador. Separo por cores, essencialmente. Quanto mais eu trabalhar no planejamento, mais vou ter uma visão clara do artigo e terei uma bússola de orientação para minha escrita, que certamente será mais fluída e com argumentos mais bem posicionados.

Já escreveu seu Mapa Mental? Olha, vale a pena, viu?!
Se você tiver melhores ideias ao longo do processo, reformule-o sem problemas. Planejar é uma atividade muito vantajosa a curto, médio e longo prazo. Sempre falo com meus alunos, cada 30 minutos de planejamento em uma semana, voltam para mim de 4 a 5 horas de tempo livre. E para quem tem vida corrida, sabe o quanto isso é interessante!

Um abraço e gratidão por tudo!
Com amor,
Ju.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Escreva 750 palavras por dia!


Tempo de leitura: 1'28''


Desafios... eles movem a vida. Há algumas semanas conheci um novo desafio: escrever 750 palavras por dia. Fiquei muito motivada ao perceber que 750, que parece muito, de fato, formavam em média duas páginas. E escrever duas páginas por dia quando se quer aperfeiçoar a escrita e se expressar melhor não é tanto assim. E vale muito! Mesmo.

Sim, é possível. Tenho trabalho, casa, criança para cuidar, blog e estudos. Quando eu percebi que esse desafio “caberia” em meu estilo de vida - que seria viável - me empenhei mais ainda. E lá se vão seis semanas.

Escrever todos os dias cria hábito, acelera nosso raciocínio, organização de ideias e ainda aumenta significativamente nossa capacidade criativa.



Pessoas são potências. Escrita é expressão. Quantos de nós queremos escrever e não acreditamos em nossa própria potência pessoal? Escrever todos os dias pode realizar sonhos: escrever aquele romance, cursos, teses, artigos ou mesmo nos conhecermos melhor através da escrita de um diário.

Nessas semanas de escrita, por exemplo, escrevi cinco artigos curtos, diários pessoais, um artigo científico e um curso de produtividade acadêmica. Estou impactada com tal resultado. Em cerca de 50 dias escrevendo com rotina, minha produção escrita disparou. Tem sido muito produtivo e estimulante. O artigo científico que leva para mim cerca de três meses, foi concluído em 13 dias. Baseada nessa nova rotina criei o "Desafio do artigo", um passo a passo de 10 dias para escrita de um artigo acadêmico para os Anais de um Congresso Internacional. Nos próximos posts, vocês podem conferir como imprimi o ritmo de tarefas e executei o planejamento dentro do prazo.

A rotina de estudos, de atividades físicas, de organização ou de escrita, ao contrário do que parece, não nos limita e cristaliza na tomada de decisões. Na verdade, automatizar alguns processos de concentração e atenção, por meio das rotinas, libera nossa criatividade e ainda ganhamos mais tempo ao focar em uma tarefa apenas.

E se você quer conhecer mais o desafio, o endereço é www.750words.com Está em inglês e você registra seus avanços diários e metas e não o conteúdo de sua produção. Você também pode criar os seus próprios desafios, combinar com amigos ou desenvolvê-los individualmente. Criar hábitos coerentes com sua vida te estrutura para buscar seus desejos e viver melhor. Escreva sempre. Escrever é compartilhar.

Com amor,
Ju.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Oficina Online- Últimas Vagas!


Estamos nas últimas vagas! Envie uma mensagem para 55  (21)  986563125 e inscreva-se!

Você gostaria de escrever com mais técnica? Aplicar técnicas de produtividade e ter mais clareza e foco para escrever? Conhecer formas de facilitar a escrita de sua monografia, artigo, dissertação ou tese?

Atendendo a pedidos, estamos abrindo vagas hoje para a  Oficina Online de Escrita Acadêmica, baseada nos pilares de produtividade, gestão do tempo e organização acadêmica.

A oficina é completamente online e vai acontecer nos dias 06 e 07 de fevereiro, das 19:30 às 21:30, na plataforma ZOOM.

Você aprenderá 20 técnicas -que mais de 150 alunos testaram e aprovaram- de escrita e organização acadêmica. Aprenderá como montar um plano de escrita, organizar seu tempo e ser mais produtivo(a).
Receberá uma apostila completa com dicas e técnicas específicas de cada seção do artigo científico, o e-book do blog, planilha de alta performance acadêmica e grupo no Whatsapp para dicas exclusivas por 30 dias.
E como bônus, uma apresentação sobre o uso do Evernote para gerenciamento de notas e material de pesquisa e uma Live no Facebook do blog, com comentários complementares sobre os Mapas Mentais Acadêmicos.

Para maior qualidade de acompanhamento, serão apenas 15 vagas.

Preço da oficina R$ 160,00
Aceitamos depósito bancário e cartões de crédito.

O blog Sua Vida Acadêmica é financiado pelas oficinas de escrita e estamos num momento de expansão. Gratidão por participar desse projeto sendo aluno(a), leitor(a) ou apoiador(a) da ideia.

Para você saber mais sobre quem eu sou, vou colar o link do meu currículo Lattes e postar fotos das últimas turmas presenciais.

Se interessou? Me envia uma mensagem no Whatsapp 55- 
(21) 98656-3125

Com amor,
Juliana Prata.