domingo, 18 de dezembro de 2016

Menos é melhor!


Menos é melhor!
Oie! Tudo certinho com você?
Comigo tudo beleza.

Separei uns livros para doação num propósito pessoal de passar para frente o que eu não uso e parei para escrever. Conheço muita gente doente por livros, postais, papéis da faculdade, convites de casamento e tickets de metrô de outros países (Não sou eu) e acho que vocês precisam de ajuda (Só vocês, tá!? Eu não) . Então vai minha contribuição. Não que isso aconteça comigo, claro. É que eu tenho uma amiga que guarda muitas coisinhas. E eu fique claro que eu quero ajudá-la. Não insista, não sou eu (!).

Hoje nosso assunto é destralhe. Bem, destralhe não uma palavra muito usada porque é uma tradução livre de Declutter, termo muito usado nas conversas sobre minimalismo. Eu amo esse assunto. Acredito que termos menos coisas é mais produtivo simplesmente por perdermos menos tempo para limpar, cuidar, assegurar e, às vezes, até se irritar. Eu tenho poucas roupas, poucos sapatos. Mas vou te contar, na minha casa os papéis e livros procriam (E as canetas e lápis...nem se fala...e tem os potes.). Na sua também? Ah, então fica comigo que vem dicas por aí!

Há seis meses comecei a me desfazer de muitos livros. Descobri uma pequena biblioteca num bairro próximo. Doei, recolhi doações de amigos e a sensação foi mágica. Cara, mais perfeito impossível. Eu me livrava de um monte de livros e, como eles eram realmente bons, contribuía para o crescimento potencial do capital cultural de uma comunidade. Promoção de leitores. Ah...perfeito! E foi mesmo.

Reduzi 20% do meu acervo estabelecendo os seguintes critérios de permanência: Estética (Ah, gente, eu adoro um livro bonito, principalmente os de artes e fotografia), Utilidade presente (Eu não sou maluca de jogar minhas referências fora), Referências futuras (Vai que...né!?) Clássicos (Tem que ter) e Diversão (Já falei que AMO autoajuda?, ah, a parte dos livros de alienígenas também...hehehe). O que não se enquadrou, partiu para o além: manuais, livros de receitas (que eu nunca fiz e nunca farei), minhas revistas especializadas em bolos artísticos (Já falei que sou cake designer? É que eu sou geminiana, sabe como é!?), livros de Ciência Política (Adeus, queridos! Andem pela sombra!), livros de consulta que posso acessar pela internet gratuitamente, dicionários de filosofia e sociologia, livros didáticos de filosofia e sociologia, livros de romance que eu particularmente detesto, mas vez ou outra as pessoas me dão (Sutileza!) e o mais louco: os livros de recordação. Durante algum tempo eu realmente acreditei que livros e cartões postais eram coisas da mesma natureza. É claro que não li nenhum, mas a cada lugar que eu visitava, eu comprava livros, a maioria estranhos e que não tem nada a ver com meus interesses. Enfim, adeus.

Foi assim que juntei 3 caixas e encaminhei para a biblioteca comunitária. Se eu tiver uma crise, posso até visitá-los (Mentira. Nunca irei.)

É isso. Me fez bem. Talvez você possa pensar sobre os seus também.

Com amor,
Ju.


2 comentários:

  1. Preciso fazer isso esse ano ainda, destralhar, faço ao menos uma vez ao ano, faz bem!

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  2. Vamos levar para o CAC em Coelho da Rocha. A gente marca e eu vou com VC doar os livros.

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